Esse tempo que estou tendo me faz pensar, pensar, pensar... consegui ler o livro Comer, rezar, amar de Elizabeth Gilber e adorei. Algumas passagens me chamaram atenção:
" Sempre gostei da idéia de carma... a filosofia cármica só me atrai em um nível metafórico, porque, mesmo no espaço de uma vida, é óbvia a frequência com que precisamos repetir os mesmos erros, batendo com a cabeça nos mesmos velhos vícios e compulsões, gerando as mesmas conhecidas consequências tristes e muitas vezes catastróficas, até finalmente conseguirmos parar e consertar isso. Essa é a maior lição do carma - cuide dos problemas agora ou vai ter de sofrer de novo mais tarde, quando estragar tudo da próxima vez."
" Santo Antonio, certa vez, escreveu sobre quando foi para o deserto fazer um retiro de silêncio e foi acometido por todo tipo de visão - tanto demônios quanto anjos...quando lhe perguntaram como ele sabia a diferença, o santo respondeu que só se pode dizer quem é quem com base na sensação que se tem depois que a criatura for embora. Se vc ficar arrasado, disse ele, então foi um demônio que veio visitá-lo. Se vc se sentir mais leve, foi um anjo."
Sobre o carma, essa é minha vida profissional, cheia de repetições. Sobre anjos e demônios, conheço tanto a sensação de arraso quanto de leveza ao conhecer e deixar para trás certas pessoas.
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