Num texto, o autor manda o alerta: “a crise dá sinais”.
Desde que li esta frase, passei a notar que, antes que certas tempestades invadam o nosso quintal, elas enviam pequenas mensagens, que ignoramos por preguiça ou por achar que não mereciam nossa atenção. Justamente por causa disso, no momento que o vento começa a soprar com toda violência, estamos absolutamente despreparados para os trovões que começam a pipocar por todos os lados, e só nos resta, como diz o autor, procurar administrar da melhor maneira possível a devastação que se seguirá.
Origem: a crise vem sempre do exterior, mesmo achemos que ela às vezes se manifesta apenas em nossas almas. Geralmente algo insignificante acontecido na infância, pode trazer grandes conseqüências na idade madura.
A crise chega para destruir: por mais que procuremos, romanticamente, associar a palavra “crise” à palavra “oportunidade” (como fazem os chineses), essa associação só é possível quando estamos preparados para o imprevisto. Como raramente é o caso, a crise se instala e começa a arrasar tudo à nossa volta.
O problema, por menor que seja, pode criar uma crise gigante. Em um casamento, um simples atraso na volta do trabalho, pode ser a gota d’água de todo um processo reprimido, que depois fica difícil conter.
Tudo se transforma em munição devastadora: como a crise sempre implica em um diálogo de surdos, onde um não ouve o que o outro está dizendo, os argumentos se tornam inúteis. Se você disser “eu adoro laranjas”, a pessoa irá entender que você detesta batatas, e está insinuando que é infeliz porque justamente naquela noite lhe foi servido um prato de fritas no jantar.
Desde que li esta frase, passei a notar que, antes que certas tempestades invadam o nosso quintal, elas enviam pequenas mensagens, que ignoramos por preguiça ou por achar que não mereciam nossa atenção. Justamente por causa disso, no momento que o vento começa a soprar com toda violência, estamos absolutamente despreparados para os trovões que começam a pipocar por todos os lados, e só nos resta, como diz o autor, procurar administrar da melhor maneira possível a devastação que se seguirá.
Origem: a crise vem sempre do exterior, mesmo achemos que ela às vezes se manifesta apenas em nossas almas. Geralmente algo insignificante acontecido na infância, pode trazer grandes conseqüências na idade madura.
A crise chega para destruir: por mais que procuremos, romanticamente, associar a palavra “crise” à palavra “oportunidade” (como fazem os chineses), essa associação só é possível quando estamos preparados para o imprevisto. Como raramente é o caso, a crise se instala e começa a arrasar tudo à nossa volta.
O problema, por menor que seja, pode criar uma crise gigante. Em um casamento, um simples atraso na volta do trabalho, pode ser a gota d’água de todo um processo reprimido, que depois fica difícil conter.
Tudo se transforma em munição devastadora: como a crise sempre implica em um diálogo de surdos, onde um não ouve o que o outro está dizendo, os argumentos se tornam inúteis. Se você disser “eu adoro laranjas”, a pessoa irá entender que você detesta batatas, e está insinuando que é infeliz porque justamente naquela noite lhe foi servido um prato de fritas no jantar.
Uma vez que a crise se instala, eis as piores maneiras de reagir:
A] Ignorar o problema. .
B] Negar o problema.
C] Recusar-se a pedir ajuda.
D] Mentir ou dizer meias-verdades.
E] Culpar os outros.
F] Superestimar a própria capacidade:
Então, o que fazer? Bem, eu já estive em muitas crises em minha vida, e penso que já cometi todos os erros acima descritos. Até que, talvez na pior de todas as minhas crises, apareceram amigos. Desde então, a primeira coisa que faço é, simplesmente, pedir ajuda. Claro que a decisão final será de minha total responsabilidade mas, ao invés de sempre ficar procurando bancar a forte, jamais me arrependi de ter me mostrado vulnerável. E quando comecei a agir assim, diminuí bastante minha capacidade de errar, embora ela continue ali, sempre esperando para dar o seu bote.
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